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Turismo Sertanejo

Giovanni de Farias Seabra
Professor Associado da UFPB, Graduado e Mestre em Geografia, Doutor em Geografia Física, Pós-Doutor em Geologia Sedimentaqr e Ambiental.

Dado ao seu caráter natural, cultural, paisagístico, sócio-econômico, ecológico e educativo, o Turismo Sertanejo insere-se na perspectiva desenvolvimento/preservação ambiental das áreas interioranas do Brasil, ao priorizar a capacidade de suporte dos sistemas naturais e, ao mesmo tempo, promovendo o desenvolvimento sustentável dos sistemas econômico - sociais.

Neste sentido, é objetivo do Projeto Turismo Sertanejo promover uma compreensão integrada do meio ambiente em suas múltiplas e complexas relações, envolvendo aspectos físicos, biológicos, sociais, econômicos, tecnológicos, culturais, científicos e éticos. O palco onde se desenvolvem as ações do turismo sertanejo corresponde aos pequenos centros urbanos interioranos (arquitetura, artesanato, culinária, folclore), bem como as áreas rurais contíguas, destacando-se as paisagens naturais e agropecuárias. De uma maneira bastante sintética, pode-se dizer que o turismo sertanejo insere-se na categoria de turismo exótico, um misto de agroecoturismo, com ênfase na cultura regional e na comunidade local.

É de domínio público a importância do setor turístico para a economia mundial, nacional, regional e municipal. Sabe-se também que o aperfeiçoamento do setor turístico deve-se há décadas de estudos voltados ao planejamento de sua estruturação. Pioneiros no setor, os europeus desenvolveram uma grande diversidade de segmentos, como o turismo nos balneários mediterrâneos, o turismo de montanha, o turismo rural, o turismo cultural, o turismo de eventos, o turismo de negócios, o agroturismo, o ecoturismo e outros.

Os exemplos de experiências externas, seus erros e acertos, devem ser tomados como referencial no planejamento do turismo interno, sem que contudo sejam adotados modelos e padrões importados, vez que o produto turístico é caracterizado pela diversidade e não pela homogeneidade. Assim, as especifidades ambientais e culturais do lugar turístico devem ser mantidas, evitando-se padronização cultural e o conseqüente desinteresse do turista. Nessa perspectiva, não se enquadra, por exemplo, os chamados carnavais fora de época, que incentiva a invasão no sertão da cultura litorânea, onde recursos vultosos são aplicados sem qualquer retorno econômico ou benefício social.

Para que o turismo se desenvolva de forma integrada aos outros setores da economia, o seu planejamento deve conter estrutura sistêmica (Beni, 1997), possuindo conteúdo social, sem comprometimento da realidade paisagística e cultural local, garantindo a descentralização política e econômica dentro de um modelo de desenvolvimento autosustentável.

Quando comparado aos investimentos na industria formal, o turismo apresenta custos bastante reduzidos, possibilitando arrecadar recursos a curto prazo, com geração de uma infinidade de postos de trabalho. Segundo dados da Embratur ? Instituto Brasileiro de Turismo, a indústria turística mundial faturou US$ 4,5 trilhões em 1999, permitindo a criação de 192 milhões de empregos.

Em 1998, o setor turístico movimentou no Brasil 32 bilhões de dólares, como resultado das viagens de 38 milhões de turistas domésticos e 5 milhões de turistas estrangeiros. Se forem computados apenas os viajantes estrangeiros, em 1999 o faturamento atingiu 4 bilhões de dólares. Para o ano de 2003, a Embratur espera aumentar para 6,5 milhões o fluxo de turistas estrangeiros e 57milhões o fluxo de turistas nacionais. O reflexo na economia do País será da ordem de US$ 5,5 bilhões, correspondentes à receita cambial turística, e geração de 500 mil novos empregos.

Considerados bastante expressivos à primeira vista, esses números representam nada mais que o subaproveitamento do potencial turístico brasileiro, que ocupa o 29º destino turístico mundial. No Brasil, além da demanda turística ser ainda muito insignificante, quando comparada a outros países, há uma grande concentração de investimentos nos novos espaços polarizados para este fim. Aeroportos são melhor equipados e vias expressas são abertas, servindo de ligação entre os campos de pouso e os hotéis tipo resorts, localizados nas outrora praias distantes, verdadeiros paraísos ecológicos, agora próximos ao mundo civilizado e distantes das comunidades tradicionais.

Com o surgimento de novos espaços turísticos no litoral nordestino, problemas ambientais e conflitos sociais passam a existir, em razão da plastificação da paisagem natural e cultural através da implantação de empreendimentos hoteleiros. Conseqüentemente, os sítios de coqueiros, jaqueiras, mangueiras e frutas-pão, pontilhados de casinhas coloridas de pau-a-pique, são subitamente eliminados da paisagem turística, devido à imediata valorização dos terrenos, com a abertura de estradas asfaltadas e a chegada dos loteamentos.

Entretanto, o modelo de turismo praia-sol, já apresenta claros sinais de exaustão. Principalmente porque o principal produto turístico, a paisagem litorânea, está sendo destruído pelos empreendimentos turísticos e casas de veraneio. Vale lembrar que o turismo é uma atividade cíclica: apresenta um início, um meio e o fim (Gallero, 2000). Sendo que o fim do turismo torna-se tanto mais próximo quanto maior for a velocidade de destruição do patrimônio natural e cultural.

Quando se trata do litoral brasileiro, o patrimônio turístico está sendo destruído de maneira acelerada e irresponsável. A velocidade dos empreendimentos transforma as paisagens naturais, o próprio produto turístico, em lugar não turístico, onde o turista torna-se refém de uma estrutura fechada intramuros, sem nenhuma identidade com lugar.

Tudo leva a crer que a praia é um caso sem solução, pois o ciclo do turismo encontra-se em sua fase terminal. Por isso, antes que seja tarde, deve-se lançar um olhar para o interior - o domínio dos Sertões.

Mas, ir ao sertão ver o quê?

A Universidade cumpre um papel importante na identificação das potencialidades turísticas do Sertão. Com base em pesquisas, trabalhos de campo e o contato direto com a população sertaneja, foi constado que o Sertão Nordestino possui um potencial turístico de valor inestimável, fundamentado no patrimônio natural, no patrimônio cultural e arqueológico e nos festejos juninos e religiosos. As informações levantadas e publicadas em teses, projetos e diversos trabalhos científicos, permitiram criar os lugares turísticos no interior do País ? é a chamada turistificação do lugar.

Com extensão de aproximadamente 1 milhão de quilômetros quadrados e população aproximada de 20 milhões de pessoas, o semi-árido nordestino é cercado de características únicas. As precipitações atmosféricas reduzidas e irregulares associadas às temperaturas elevadas, provocam o lasqueamento e desfolhamento das rochas, resultando em relevo com formas bizarras, como pirâmides, pães-de-açúcar, cristas, serrotes e boqueirões e matacões. Nas distantes áreas interioranas despontam os lajedos cobertos por uma vegetação rala e espinhenta ? é a caatinga hiperxerófita. Os vales são rasgados por rios e córregos pedregosos, totalmente secos a maior parte do ano, ou o ano todo. Um desses leitos secos chama-se riacho do Navio, no alto Sertão do Pajeú, em Pernambuco.

Riacho do Navio, corre pro Pajeú
O Rio Pajeú vai desaguar no São Francisco
O Rio São Francisco Vai bater no meio do mar ...

O prenúncio das chuvas tardias acontece quando o "mandacaru flora na seca", ou no canto da Pedra do Claranã, no lado Pernambucano da Serra do Araripe.

A pesquisa acadêmicas possibilitou, por exemplo, a descoberta e mapeamento de cavernas, cachoeiras e áreas de garimpo na Chapada Diamantina (Seabra, 1991; Neu, 1990), a caracterização geográfica dos Brejos de Altitude em Pernambuco e Paraíba, pelo geógrafo Gilberto Osório de Andrade, e a identificação dos sítios arqueológicos de São Raimundo Nonato (Piauí) pela pesquisadora Niéde Guidon.

Na Paraíba, pesquisadores da Universidade Federal (Departamento de Geociências) desenvolvem projetos voltados para o Planejamento do Turismo nos Brejos de Altitude, incentivando o ecoturismo e o turismo rural, através do uso das reservas florestais e da revitalização dos engenhos de cachaça e de rapadura. Também estão sendo desenvolvidos projetos turísticos no Sertão e no Cariri paraibanos.

Em Pernambuco, no ano de 1838, o fanatismo sebastianista teve seu ápice, com sacrifícios humanos executados do alto de pontões escarpados, na chamada Pedra do Reino, em São José do Belmonte. O fato é lembrado todos os anos, no último domingo de maio, quando uma grande cavalgada parte da cidade para a Pedra do Reino, atraindo visitantes de várias regiões e estados do Nordeste.

Turismo Sertanejo: alternativa para o semi-árido

O Turismo Sertanejo envolve alternativas econômicas para o semi-árido nordestino, com aquecimento da cadeia produtiva, tendo como base a descoberta e identificação dos atrativos turísticos, sem que haja descaracterização da paisagem sertaneja e nem a perda da identidade cultural do homem do sertão. Outro aspecto importante é a revitalização do padrão arquitetônico urbano, a limpeza das cidades e a revalorização das feiras livres, onde o artesanato e a própria culinária local servirão como incentivo cultural e econômico.

Neste panorama é idealizada uma nova modalidade de turismo alternativo de custos reduzidos, uma vez que os recursos turísticos já se encontram no local. Por outro lado, a mão-de-obra é formada pelo próprio homem sertanejo e sua família. Estes são os marcos conceituais que definem o turismo sertanejo, uma modalidade de turismo que se caracteriza por ser uma atividade de lazer interativa com a paisagem interiorana, onde estão presentes o quadro natural, a cultura local e a participação integrada da comunidade residente.

De base fundamentalmente social, o turismo sertanejo tem um perfil agroecoturístico e cultural, possibilitando ao turista vivenciar experiências participativas em meio à paisagem sertaneja, deleitando-se com as apresentações folclóricas e culturais. Além do mais, o turista é acomodado em pequenas unidades hoteleiras familiares, nos pequenos centros urbanos e no campo, onde os hábitos simples de vida são um elemento a mais na paisagem, proporcionando descanso, lazer e crescimento pessoal ao visitante.

O cenário para o desenvolvimento desses recursos turísticos, deve resultar, necessariamente de um esforço conjunto entre os órgãos oficiais federais e estaduais, prefeituras, universidades, empresários, trade turístico e a mídia, cuja troca de experiências possibilitará o resgate da auto-estima do homem do sertão, bem como ascensão social através do incremento na produção econômica local.

O turismo sertanejo em Ouricuri

Um exemplo de projeto bem sucedido, para o desenvolvimento do turismo sertanejo em regiões semi-áridas, é o que está sendo implementado pela ONG CAATINGA - Centro de Assessoria e Apoio aos Trabalhadores e Instituições Não Governamentais Alternativas, na zona rural de Ouricuri, no estado de Pernambuco. Com experiência na região de quinze anos, o CAATINGA propõe, de maneira aplicada, alternativas econômicas para as comunidades rurais, notadamente no que diz respeito à agricultura de sequeiro ou com irrigação localizada (com a construção de barragens subterrâneas), a melhoria do plantel de animais, a produção de mel de abelhas e o abastecimento de água para consumo humano, com a construção de cisternas nas residências do campo. Outra iniciativa pioneira do CAATINGA diz respeito à implementação de um projeto de turismo social, captando recursos, agregando renda e elevando o padrão de vida da população rural.

O Projeto de Turismo Social do CAATINGA (Seabra e Silva, 2001) encontra-se em sua fase inicial, que compreende:

Identificar as potencialidades turísticas locais com base nos valores paisagísticos e culturais;
Resgatar e incentivar a identidade cultural local;
Definir locais e roteiros turísticos na Região;
Melhorar infraestrutura e equipamentos rurais;
Relacionar parceiros potenciais;
Capacitar representantes comunitários para inserção no Projeto;
Implantar oficinas de treinamento direcionadas à comunidade local;
Divulgar o Projeto Turístico do CAATINGA nos diversos estados do Brasil, nas Universidades Federais e Instituições Particulares de Ensino Superior.

O cenário para implantação e desenvolvimento do projeto de turismo social compreende o Município de Ouricuri e seu entorno, localizado na Microrregião do Araripe, no Sertão de Pernambuco.

A cidade de Ouricuri possui localização privilegiada, ao situar-se na Microrregião do Araripe, que está inserida na Mesorregião do Sertão Pernambucano. Situa-se geograficamente em um entroncamento que dá acesso à Araripina e ao Piauí (oeste); Petrolina (sul); Recife (leste)e Crato (norte). As rodovias integram Ouricuri a dezenas de municípios situados no sertão, agreste e mata de Pernambuco e dos estados do Ceará, Piauí, Rio Grande do Norte, Paraíba e Bahia.

Do ponto de vista fisiográfico a área corresponde a uma superfície sertaneja pediplanada, recoberta por vegetação de caatinga arbóreo-arbustiva. O clima semi-árido (Bsh, na classificação de W. Köppen) da área determina a ocorrência de rios intermitentes, cuja deficiência hídrica deve-se às elevadas temperaturas e à escassez e irregularidade das chuvas.

A monotonia da paisagem aplanada é quebrada pela presença dos contrafortes da Chapada do Araripe e morros testemunhos (inselbergues) encontrados isoladamente na planície.

A cobertura vegetal é representada pela caatinga, possuindo, em algumas propriedades, elevado estado de conservação. No projeto, dois sítios foram selecionados para visitas públicas, em um deles está sendo implementado o Parque Ecológico da Caatinga e, na outra, o Parque Agroecológico. Em ambas as propriedades, verificou-se ocorrência tanto da formação arbustiva, como da formação arbórea, com ocorrência de diversas espécies nativas como tamboril, angico, ibiratanha, pau-branco, catingueira, jurema, quipá, mandacaru, joazeiro, aroeira, mulungu, cajarana, barriguda, burra leiteira, pau ferro, pau d? arco, baraúna, umbuzeiro, umburana, cedro, macambira, caroá, palmatória, coroa-de-frade, mamão-de-veado, etc.

Muitas dessas árvores e arbustos são utilizadas como medicamentos para a cura de diferentes tipos de doenças, além do fabrico de cercas, casas, móveis, artesanatos e um sem número de utensílios domésticos.

No tocante à fauna silvestre, destacam-se o veado catingueiro, o queixada, o tatu, o peba, o lobo-guará, o sagüi, o camaleão, o calango e diferentes espécies de cobra; também fazem parte desse cenário os animais domésticos, como boi, vaca, cabra, jegue, jumento, ovelhas, peru, ema, e outros. Entre as aves destacam-se juriti, beija-flor, bem-te-vi, guinguirra, arribaçã, nambu, seriema, rolinha e casaca-de-couro.

A zona rural de Ouricuri, com aproximadamente 30.000 habitantes, possui características naturais e sócio-culturais próprias, o que configura-se na preservação da identidade da paisagem sertaneja.

Além das cisternas e barragens subterrâneas, o CAATINGA desenvolve o Programa de Apicultura, possibilitando a retirada de grande quantidade de mel-de-abelhas de excelente qualidade, proveniente das flores de várias espécias nativas, que conta com mercado seguro dentro e fora do País.

Com relação aos aspectos culturais da população, são evidenciadas as festas e tradições, como folguedos, danças, e festejos religiosos. A comida típica, as brincadeiras, os mitos, as lendas e os causos são outro traço marcante da cultura popular. Histórias e causos da região são contados em prosa e verso, através da literatura de cordel e embates dos repentistas.

Outro elemento cultural importante é a Feira de Gado, realizada nas quintas-feiras, que reúne vaqueiros, comerciantes, artesãos e violeiros de várias regiões. Neste local são oferecidos pratos típicos diversos, representando o que há de melhor na culinária sertaneja. A identidade cultural apresentada na Feira do Gado é um elo de ligação entre as culturas urbana e rural, sendo, por isso, um atrativo turístico de grande valor.

As habitações rurais espaçosas e confortáveis, estilo casa grande, são marcos arquitetônicos do Período Colonial. Os limites das propriedades são evidenciados pelas cercas de varas em-pé e deitada, trançada e de forquilha, construídas com madeira e lenha do próprio local.

Na área de atuação do Projeto CAATINGA, vislumbra-se em meio à paisagem seca do semi-árido equipamentos alternativos que possibilitam condições dignas de moradia, trabalho e qualidade de vida para o homem sertanejo. O conforto pode ser observado nas habitações amplas, construídas em alvenaria, eletrificadas, com sanitários e cisternas. Algumas residências possuem meios de comunicação modernos, como rádio, televisão e antenas parabólicas. Como meios de transporte local, são utilizados, principalmente, automóveis, motocicletas e bicicletas. O cavalo é pouco usado como meio de transporte dos moradores locais. Porém, o carro de boi é ainda bastante empregado no transporte de produtos diversos.

Na localidade do Jatobá ainda se encontram traços culturais tradicionais, como o engenho de rapadura movido a tração animal (boi) e o fabrico de alfinim ( rapadura mole semelhante as suspiro) pelas mulheres do lugar.

Durante os trabalhos de campo houve visita a algumas residências rurais, entre as quais uma foi vistoriada para estudo de viabilidade para implantação de uma pousada rural de base familiar. Constatou-se o estado satisfatório de conservação do imóvel, a divisão dos ambientes internos e externos, bem como o quintal, apropriado, limpo e asseado, aprazível aos olhos, pelo criatório de animais domesticados e a cobertura vegetal regional. O imóvel possui capacidade para receber no máximo dez visitantes por vez. Como complemento ao conforto do turista, o imóvel é dotado de abastecimento de água encanada, sistema de saneamento, e eletricidade.

A estratégia compreende a divulgação em nível local, regional e nacional, através da participação em feiras, seminários, congressos e apresentação de conferências em cursos técnicos e de nível superior.

Como resultado da implementação deste projeto de turismo social rural, pretende-se mobilizar, capacitar e integrar as comunidades rural e urbana ao projeto, proporcionando elevação do padrão de vida da sociedade como um todo, fortalecendo a identidade paisagística e cultural regional.

Ao final de dois anos, o projeto estará consolidado, apresentando um fluxo permanente de turistas para o Município de Ouricuri.

Bibliografia

BENI, Mário Carlos. Análise Estrutural do Turismo. São Paulo: Editora Senac, 1997.

GALLERO, Álvaro Lopes. Realidades del espacio del empleo en el sector turístico. IV Encontro Nacional de Turismo com Base Local. Anais. Joinville: IELUSC, novembro/ 2000.

NEU, Claudia. O garimpo manual de Igatu e seus efeitos no meio ambiente. FFLCH/UFPE, 1990.

SEABRA, Giovanni F. Estudo geomorfológico da Região Cárstica de Andaraí: uma contribuição à conservação de cavernas. Tese de Mestrado. Departamento de Geografia/UFPE, 1991.

SEABRA, Giovanni F. Fundamentos e Perspectivas da Geografia. João Pessoa: Editora UFPB, 1997.

SEABRA, Giovanni F. Pesquisa Científica: o método em questão. Brasília: Editora UnB, 2001a.

SEABRA, Giovanni F. e SILVA, José Nilton. Plano de Negócios CAATINGA: Sistema I ? Turismo Social. Ouricuri, outubro/2001.

SEABRA, Giovanni F. Ecos do Turismo: o turismo ecológico em áreas protegidas. Campinas: Editora Papirus, 2001b.

 

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