GS Consultoria – Projetos Executados
Parque Ecológico Petribú
(Plano
de Manejo)
As matas da Usina São
José, localizada no Município de Igarassu, Pernambuco, estão
protegidas através de diploma legal, consubstanciado na Lei Estadual
Nº 9.989/87, criando as unidades de conservação do Estado de
Pernambuco. Inseridas numa propriedade de 24.187 hectares, as
reservas de Mata Atlântica da Usina São José totalizam 4.151 ha. Estes
remanescentes florestais estão incluídos na Área Piloto da RBMA,
definida como o Complexo de Itapissuma, Itamaracá e Igarassu. A
delimitação dessa Área Piloto deve-se à sua importância ecológica e
histórica, sendo prioritária para implantação de projetos de
conservação e de preservação ambiental. Neste contexto
ecológico-preservacionista, a usina destinou uma área de Mata
Atlântica, com extensão de 150 hectares, para criação e implantação do
Parque Ecológico Petribú, que busca reunir objetivos múltiplos de usos
permitidos por lei, como a pesquisa científica, a educação ambiental e
o turismo ecológico, associados ao objetivo maior, ou seja, a
preservação dos bancos genéticos da fauna e flora e dos recursos
hídricos.
A elaboração e aplicação do Plano de
Manejo do PARQUE ECOLÓGICO PETRIBÚ, possibilitou a conciliação da
preservação ambiental da Reserva de Mata Atlântica, com as atividades
de turismo ecológico, educação ambiental e pesquisa científica, com o
cumprimento dos seguintes objetivos específicos:
-
Manter o corpo administrativo eficaz e permanente;
-
Proteger a reserva florestal e mananciais hídricos;
-
Preservar a fauna regional e local, assegurando a
proteção das espécies ameaçadas;
-
Introduzir espécies nativas da flora e da fauna;
-
Mover ações para eliminar e reduzir os riscos
ambientais;
-
Respeitar a capacidade de suporte do ecossistema
florestal, quanto ao uso público;
-
Conservar as trilhas ecológico-educativas;
-
Manter a infra-estrutura necessária aos programas de
Administração, Infra-estrutura e Equipamentos, Meio Ambiente, Turismo
e Recreação, Educação Ambiental;
O
Parque Ecológico Petribú será interligado às outras áreas de reserva
de Mata Atlântica da Usina São José, através da implantação de
CORREDORES ECOLÓGICOS, tendo como vias migratórias os rios, córregos e
matas ciliares, garantindo assim a circulação e reprodução dos
animais em seu habitat natural.

Usina São José, Igarassu, Pernambuco.
Plano
de Negócios CAATINGA
(Sistema
1 – Turismo Social)
Em virtude de suas condições naturais e
sócio-econômicas adversas, o sertão do nordeste brasileiro ocupa
espaço nobre na mídia nacional e internacional, retratando,
via-de-regra, os longos períodos secos, as conseqüências sociais e o
oportunismo político, este claramente evidenciado através da
distribuição de cestas básicas e a arregimentação das frentes de
emergência.
Para mudar esse quadro econômico e social,
organizações não governamentais desenvolvem projetos com o objetivo de
viabilizar a permanência do homem no sertão e de suas famílias, ao
desenvolverem alternativas tecnológicas e efetivando mudanças no
modelo econômico, possibilitando ao trabalhador rural conviver com a
seca através do associativismo e do cooperativismo. O surgimento de
novas idéias e projetos tem contribuído para impulsionar a economia do
semi-árido nordestino. É destaque nacional a iniciativa pioneira do
CAATINGA - Centro de Assessoria e Apoio aos Trabalhadores e
Instituições Não Governamentais Alternativas em propor, de maneira
aplicada, alternativas econômicas para as comunidades rurais. Uma
destas medidas é a iniciativa pioneira, em parceria com a GS
CONSULTORIA, para elaboração e implementação do projeto de turismo
social (Sistema I), captando recursos, agregando renda e elevando o
padrão de vida da população rural.
No decorrer dos
trabalhos, foram efetuadas visitas técnicas na área de atuação do
CAATINGA (Ouricuri) e do Projeto Casa Grande (Nova Olinda), nos
ambientes urbano e rural, com o objetivo de colher subsídios
necessários à definição das diretrizes básicas para implementação de
um projeto de turismo social. Para o balizamento da visita técnica
considerou-se o patrimônio natural, o patrimônio cultural, condições
sócio-econômicas da população, infra-estrutura e equipamentos para
suporte do turismo rural.
Para que os objetivos
definidos sejam alcançados, é necessário planejamento da atividade
turística com bases sustentáveis, fundamentada na descoberta e
valoração do patrimônio natural e cultural, treinamento e capacitação
de recursos humanos, formação de parcerias e elaboração de projetos
para apreciação dos órgãos e organizações fomentadores do
desenvolvimento social e turístico.
O cenário para implantação e desenvolvimento do projeto de turismo
social compreende o Município de Ouricuri e seu entorno, localizado na
Microrregião do Araripe, no Sertão de Pernambuco.

Planejamento do Turismo Social, zona rural
de Ouricuri, Pernambuco.
Serrote
do Urubu
(Diagnóstico Sócio-ambiental e Plano Turístico)
O Serrote do Urubu está situado no
município de Petrolina, Estado de Pernambuco, na Mesorregião do São
Francisco Pernambucano. Petrolina, por sua posição geográfica
privilegiada, além da importância econômica e riquezas naturais
distribuídas por todo o município, lidera o cenário turístico
regional, juntamente com o setor agroindustrial. O Serrote do Urubu
localiza-se em uma propriedade rural de 60 hectares, localizada a uma
distância de 14 quilômetros do centro urbano de Petrolina. É uma
elevação granítica com 66 metros de altura e 24 hectares de base, às
margens do rio São Francisco. Pela posição geográfica privilegiada do
serrote, são mantidos preservados os ecossistemas da caatinga e mata
ciliar, os quais, embora distintos na sua biodiversidade, convivem
harmonicamente às margens do São Francisco. Esse mirante natural
propicia ao visitante uma visão panorâmica do rio, das ilhas e da área
circunvizinha até Petrolina, onde se destaca o verde perene da
agricultura irrigada imerso no cinza esbranquiçado da caatinga.
Em virtude do elevado potencial ecológico, ambiental e paisagístico
constatado por este diagnóstico, a GS CONSULTORIA apresentou à
Prefeitura Municipal de Petrolina o projeto para transformação da área
em unidade de conservação, através da criação e implementação do
Parque Ambiental Serrote do Urubu, com a finalidade primordial de
preservação daquele patrimônio natural.

Serrote do Urubu, Petrolina, Pernambuco.
Pista de Orientação Permanente Vidal
de Negreiros
No dia
28 e setembro de 2008 foi entregue à população da Paraíba a Pista de
Orientação Permanente Vidal de Negreiros. O
nome é um culto à História do Estado, numa homenagem a André Vidal de
Negreiros, paraibano que se notabilizou na luta contra a ocupação
holandesa no Brasil, à frente de forças militares locais. O projeto
ecológico tem como objetivo tornar mais íntima a relação sociedade com
a natureza, para usufruto de ambientalistas, atletas, professores,
estudantes, turistas e visitantes. A pista de orientação foi montada
na Mata do Buraquinho, maior reserva florestal urbana do Brasil, por
integrantes do 15º Batalhão de Infantaria Motorizado, a Universidade
Federal da Paraíba e a GS Consultoria Ambiental e Planejamento
do Turismo, em parceria com o Jardim Botânico Benjamim Maranhão -
SUDEMA e o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos
Naturais Renováveis – IBAMA.
A
iniciativa é pautada no trabalho Pista de Orientação Permanente:
uma nova ferramenta para a educação ambiental, de autoria do
General Marco Antônio Longo, apresentado durante a Conferência da
Terra – Fórum Internacional do Meio Ambiente, realizado no mês de maio
na cidade de João Pessoa, e publicado no livro Terra: mudanças
ambientais globais e soluções locais.
A
implantação da Pista de Orientação Permanente Vidal de Negreiros é
coordenada pelo Geógrafo Giovanni Seabra, Doutor em Geografia Física e
Professor Associado da UFPB e o
Tenente-Coronel Cleber Jesus de Oliveira, Comandante do 15º
Batalhão de Infantaria Motorizado. A pista de orientação é um
instrumento de lazer e educação ambiental oferecido à sociedade
paraibana, como forma de materializar a Conferência da Terra / 2008,
realizada no mês de maio deste ano, reunindo centenas de pesquisadores
da área ambiental em João Pessoa.
O
Projeto envolve pesquisas sobre o Ecossistema Mata Atlântica, com a
elaboração de diagnósticos ambientais, enfocando o atual estado de
conservação e ameaças constantes à Mata do Buraquinho. Participam dos
trabalhos alunos dos cursos de Geografia e Biologia da UFPB, cujos
resultados vão ser apresentados em congressos e encontros científicos.
Orientação
é um desporto criado no século dezoito, que consiste em trilhar um
terreno desconhecido com o auxílio de um mapa codificado para esta
finalidade e uma bússola. O esporte atende a todas as idades e foi
introduzido no âmbito do exército Brasileiro na década de 1970. Desde
então vem crescendo em quantidade de adeptos, ao despertar o interesse
dos diversos setores da sociedade civil. O exercício consiste no
desempenho da capacidade física com o uso da inteligência através da
orientação por meio de mapas, instrumentos e percepção ambiental. Para
marcação dos pontos de orientação foram plantados às margens das
trilhas já existentes 26 mourões de madeira devidamente sinalizados.
Os mourões são oriundos de material apreendido e cedido ao projeto
pelo IBAMA.
A Mata do
Buraquinho é uma Área de Preservação Permanente da Mata Atlântica, com
471 hectares. Deste total, 305 hectares são ocupados pelo Jardim
Botânico Benjamim Maranhão, com os objetivos de preservação, pesquisa
científica, educação ambiental e lazer contemplativo. Os 166 hectares
restantes administrados pelo IBAMA.
Para
orientação de atletas e visitantes, a GS Consultoria produziu folderes,
contendo informações básicas sobre a reserva florestal e um mapa com
as trilhas e os pontos sinalizados. Após a inauguração, a Pista de
Orientação Vidal de Negreiros foi aberta ao público com visitas
agendadas.
Local: Mata do Buraquinho/ Jadim Botânico
Benjamim Maranhão
Endereço: Avenida Pedro II s/n, João Pessoa
– Paraíba
XV BIMtz: (83) 3241-6947
Jardim Botânico: (83) 3218-7880
IBAMA: 83 - 3244.3518

Pista de Orientação Vidal de Negreiros,
Mata do Buraquinho, Paraíba.
São Desidério
(Diagnóstico Ambiental e Plano Turístico)
O
Distrito Espeleológico de São Desidério é um conjunto de formações
espeleológicas, de origem calcária, pertencente ao grupo Bambuí,
encontrado na região oeste da Bahia. Situados relativamente próximos
às sedes municipais de São Desidério e Catolândia, destacam-se os
sítios espeleológicos Gruta do Catão, Buraco do Inferno, Gruta da
Pedra Brilhante, Gruta Manoel Lopes e Paredão do Sítio, entre outros.
Neste diagnóstico forma também incluídas as áreas tangentes aos sítios
espeleológicos e grupos comunitários relacionados. O Projeto foi
apresentado ao Conselho de Turismo de São Desidério e representantes
da sociedade, na Câmara Municipal.
Objetivos:
-
Inventariar, mapear e caracterizar os sítios espeleológicos;
- Proteger a cobertura vegetal e mananciais
hídricos;
-
Preservar a flora e fauna
local;
- Ministrar palestras para a
população e a rede de ensino;
- Definir estratégias de ação para
divulgação do potencial espeleológico municipal;
Elaborar o Projeto Piloto do sistema
espeleológico do Catão, contendo:
- Zoneamento Ambiental;
- Definição e mapeamento de trilhas
ecológico-educativas;
- Avaliação dos impactos ambientais do
turismo;
- Estimativa da capacidade de suporte dos
logradouros turísticos;
- Projeção dos equipamentos de
infra-estrutura para uso público;
-
Inventário e alternativas
para equipamentos de hospedagem.
Resultados
Esperados:
- Planejamento
do turismo municipal e Projeto Piloto do Catão
- Uso
sustentável do recursos naturais
-
Divulgação dos atrativos turísticos
-
Geração de emprego e renda
-
Maior visibilidade ao Município

Gruta do Catão, Município de São
Desidério, Bahia.